terça-feira, 31 de janeiro de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
DELEGACIA DE POLICIA CIVIL EM PEDRO AVELINO
João Gaguinho tá na área: Sempre bem antenado de fontes bastante confiáveis o Gaguinho me liga pra informar que o Senador Garibaldi Alves Pai foi informado de uma noticia nada verdadeira que o mesmo teria conseguido através da Governadora tirado a Delegacia de Policia Civil de Pedro Avelino e levado para Angicos, o mesmo teria ficado chocado com a noticia e que nunca foi ventilada tal assunto com a Governadora e sim teria dado total apoio a este pleito da comunidade Pedroavelinense.
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20:37
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Eudes Bezerra
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domingo, 29 de janeiro de 2012
ELEIÇÕES 2012 LAGRIMAS DE CROCODILHO
Quanta hipocrisia, o Ex-Deputado José Adécio, em suas andanças tentando enganar alguém mais uma vez , esteve na cidade Touros, foi recepcionado na casa de Marcos Adriano e seu Pai Chagas, o mesmo em conversas formai na tentativa de se aproximar do povo de Pedro Avelino e travestido de cordeiro, tentou passar por uma pessoa humilde, encenou uma peça de teatro quando caiu em prantos e chorou copiosamente, será na tentativa de se redimir de alguns pecados ou remorso, falou em pesquisas, que não tem candidato que hoje está aberto ao dialogo, quem diria aberto ao dialogo! ainda teve a cara de pau de dizer que sua Esposa Neide está respondendo processos por causa de Edicleiton Trindade, quer dizer que esse senhor tirou Edicleiton da Prefeitura de Pedro Avelino atravéz da Justiça Eleitoral sabes lá como (Vida longa a Ministra Eliana Calmon) e a vítima é sua esposa kkkkkkkkk quem te conhece que acredite.
Cinco pessoas ouvida pelo blog e que estiveram lá, foram unanimes em dizer o Deputado pensa que ainda engana alguém.
às
19:56
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Eudes Bezerra
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Delegacia de Policia em Pedro Avelino
João Gaguinho está de volta, em uma ligação bastante longa o Gaguinho confidêncioul que o Ex-Deputado José Adécio está bastante revoltado com a família Alves, principalmente na pessoa de Garibaldi Pai, o mesmo alega que o Senador Garibaldi Pai tirou a Delegacia de Policia Civil de Pedro Avelino e levou para Angicos. Como o Ex-Deputado se diz muito amigo do Primeiro Damo Carlos Augusto Rosado e da Governadora Rosalba Ciarline sua aliada de partido talvez reverta o quadro.
às
18:10
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Eudes Bezerra
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
PREFEITO ELSON TRINDADE
O Prefeito Elson Trindade esteve semana próxima passada em Brasília onde esteve em vários Gabinete entre eles o Dep. João Maia, Dep. Fátima Bezerra, Dep. Henrique Alves, Ministério Previdência sendo recebido pelo Ministro Garibaldi Alves, Ministério da Integração, Ministério das Cidades, todos com excelentes expectativa de emendas Parlamentar, se todas confirmadas será de grande valia pra nossa cidade. Aguardemos
às
15:11
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Eudes Bezerra
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HISTÓRIAS DA POLITICAS
A importância do Zé Alencar em 2005
Em 2005, no meio da crise do mensalão, Jorge Bornhausen, então presidente do PFL, teria tido uma reunião com a direção da Rede Globo logo depois do depoimento de Duda Mendonça na CPI. A conversa foi para avaliar a possibilidade do impeachment de Lula.
Bornhausen disse aos Marinhos que havia condições jurídicas de encaminhar a cassação.
Irineu Marinho teria, então, perguntado quem seria o presidente caso Lula caísse? Bornhausen sem entender direito qual era a intenção do herdeiro do Seu Roberto, respondera, José Alencar, o vice.
Com ele não tem papo, disse o manda-chuva das Organizações Globo.
Bornhausen ainda tentou uma cartada de mestre e disse que o vice poderia cair junto, já que a revelação de Duda Mendonça era de esquema de caixa 2 na campanha da chapa.
Mas o próximo da lista sucessória era Severino Cavalcanti. E Irineu Marinho avaliou que tirar Lula para torná-lo presidente da República poderia causar uma convulsão social no país.
Se tivesse papo com José Alencar, a história de 2005 poderia ter sido outra.
Quantos vice-presidentes não abririam espaço para o “papo” naquele momento.
A grandeza de José Alencar não se mede apenar por esta história. Mas essa talvez seja simbólica.
Conservadores ou revolucionários, pessoas com essa característica moral fazem falta no processo democrático.
Zé Alencar já faz falta.
Comentário do Blog
No auge do mensalão teve uma entrevista com Collor de Melo a revista Veja, então o reporte perguntou sobre a possibilidade de um impeachment do presidente Lula, o Collor respondeu prontamente nenhuma, o reporte pergunta porque, ele responde , o LULA tem um Vice-Presidente que é um homem, eu tive um canalha.
Em 2005, no meio da crise do mensalão, Jorge Bornhausen, então presidente do PFL, teria tido uma reunião com a direção da Rede Globo logo depois do depoimento de Duda Mendonça na CPI. A conversa foi para avaliar a possibilidade do impeachment de Lula.
Bornhausen disse aos Marinhos que havia condições jurídicas de encaminhar a cassação.
Irineu Marinho teria, então, perguntado quem seria o presidente caso Lula caísse? Bornhausen sem entender direito qual era a intenção do herdeiro do Seu Roberto, respondera, José Alencar, o vice.
Com ele não tem papo, disse o manda-chuva das Organizações Globo.
Bornhausen ainda tentou uma cartada de mestre e disse que o vice poderia cair junto, já que a revelação de Duda Mendonça era de esquema de caixa 2 na campanha da chapa.
Mas o próximo da lista sucessória era Severino Cavalcanti. E Irineu Marinho avaliou que tirar Lula para torná-lo presidente da República poderia causar uma convulsão social no país.
Se tivesse papo com José Alencar, a história de 2005 poderia ter sido outra.
Quantos vice-presidentes não abririam espaço para o “papo” naquele momento.
A grandeza de José Alencar não se mede apenar por esta história. Mas essa talvez seja simbólica.
Conservadores ou revolucionários, pessoas com essa característica moral fazem falta no processo democrático.
Zé Alencar já faz falta.
Comentário do Blog
No auge do mensalão teve uma entrevista com Collor de Melo a revista Veja, então o reporte perguntou sobre a possibilidade de um impeachment do presidente Lula, o Collor respondeu prontamente nenhuma, o reporte pergunta porque, ele responde , o LULA tem um Vice-Presidente que é um homem, eu tive um canalha.
às
14:57
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terça-feira, 13 de dezembro de 2011
A maior roubalheira da história do país
Por Jorge Furtado, em seu blog:
Terminei de ler o extraordinário trabalho jornalístico de Amaury Ribeiro Jr., “A Privataria Tucana”, (Geração Editorial), o livro mais importante do ano. Para quem acompanha a vida política do país através de alguns blogs e da revista Carta Capital, não há grandes novidades além dos documentos que comprovam o que já se sabia: a privatização no Brasil, comandada pelo governo tucano, foi a maior roubalheira da história da república.
O grande mérito do livro de Amaury é a síntese que faz da rapinagem, e a base factual de suas afirmações, amparadas em documentos, todos públicos. Como bom jornalista, Amaury economiza nos adjetivos e esbanja conhecimento sobre o seu tema: o mundo dos crimes financeiros.
A reportagem de Amaury esclarece em detalhes como os protagonistas da privataria tucana enriqueceram saqueando o país. De um lado, no governo, vendendo o patrimônio público a preço de banana. Do outro, no mercado, comprando as empresas e garantindo vida mansa aos netos. Entre as duas pontas, os lavadores de dinheiro, suas conexões com a mídia e com o mundo político.
Os personagens principais da maracutaia, fartamente documentada, são gente do alto tucanato: Ricardo Sérgio de Oliveira (senhor dos caminhos das offshores caribenhas, usadas pela turma para esquentar o dinheiro), Gregório Marin Preciado (sócio de José Serra), Alexandre Bourgeois (genro de José Serra), a filha de Serra, Verônica (cuja offshore caribenha, em sociedade com Verônica Dantas, lavou pelo menos 5 milhões de dólares), o próprio José Serra e o indefectível Daniel Dantas. Mas o livro tem também informações comprometedoras sobre o comportamento de petistas (Ruy Falcão e Antonio Palocci), sobre Ricardo Teixeira e sobre vários jornalistas.
A quadrilha de privatas tucanos movimentou cerca de 2,5 bilhões de dólares, há propinas comprovadas de 20 milhões de dólares, dinheiro que não cabe em malas ou cuecas. O livro revela também o indiciamento de Verônica Serra por quebra de sigilo de 60 milhões de brasileiros e traz provas documentais de sua sociedade com Verônica Dantas, irmã de Daniel Dantas, do Banco Opportunity, numa offshore caribenha.
Alguns destaques do livro:
- As imagens do Citco Building, em Tortola, Ilhas Virgens britânicas, gavetas recheadas de empresas offshore, "a grande lavanderia", pág. 43.
- Sobre a pechincha da venda da Vale, na pág. 70.
- Sobre o grande sucesso "No limite da irresponsabilidade", na voz de Ricardo Sérgio., pág. 73.
- Sobre o MTB Bank e sua turma de correntistas, empresários, traficantes e políticos de várias tendências, e a pizza gigante de dois sabores (meio petista, meio tucana) da CPI do Banestado, pág. 75.
- Como a privatização tucana fez o governo (com o seu, meu dinheiro), pagar aos compradores do patrimônio público, pág.171.
- Como Daniel Dantas (de olho no fundo Previ, comandado pelo governo) usou sua imprensa para ameaçar José Serra, pág. 183.
- A divertida sopa-de-nomes das empresas offshore, massarocas intencionais para despistar a polícia do dinheiro do crime, pág. 188.
- Os grandes personagens do sub-mundo da política, arapongas que trabalham a quem pague mais, pág. 245.
- Um perfeito resumo do que realmente aconteceu na noite dos aloprados, no Hotel Ibis, em São Paulo, pág. 282.
- Um retrato completo do modus operandi da mídia pró-serra na eleição de 2010, a partir da pág. 295.
- Outro resumo perfeito, do caso Lunus, quando a arapongagem serrista detonou a candidatura de Roseana Sarney, pág. 314.
- Sobre para-jornalistas que acabam entregando suas fontes e sobre fontes que confiam em para-jornalistas, pág. 325.
O índice remissivo e a quantidade de dados que o livro de Amaury apresenta já o tornaria uma peça obrigatória na biblioteca de quem pretende entender o Brasil. Mas "A Privataria Tucana" também lança um constrangedor holofote sobre a grande imprensa brasileira, gritamente pró-serra, que é cúmplice, ao menos por omissão, da roubalheira que tornou o país mais pobre e alguns ricos ainda mais ricos.
Imagine você o que esta imprensa – que gasta dúzias de manchetes e longos programas de debate na televisão numa tapioca de 8 reais ou em calúnias proferidas por criminosos conhecidos - diria se um filho de Lula, Dilma ou qualquer petista fosse réu em processo criminal de quebra de sigilo bancário. Segundo o livro de Amaury (e os documentos que ele traz) a filha de José Serra é ré em processo criminal por quebra de sigilo bancário (p. 278).
O ensurdecedor silêncio dos grandes jornais e programas jornalísticos sobre o livro “A privataria tucana” é um daqueles momentos que nos faz sentir vergonha pelo outro. A imprensa, que não perde a chance - com razão - de exigir liberdade para informar, emudece quando a verdade contraria seus interesses empresariais e/ou o bom humor de seus grandes anunciantes. Onde estão as manchetes escandalosas, as charges de humor duvidoso, os editoriais inflamados sobre a moralidade pública? Afinal, cadê o moralista que estava aqui?
Terminei de ler o extraordinário trabalho jornalístico de Amaury Ribeiro Jr., “A Privataria Tucana”, (Geração Editorial), o livro mais importante do ano. Para quem acompanha a vida política do país através de alguns blogs e da revista Carta Capital, não há grandes novidades além dos documentos que comprovam o que já se sabia: a privatização no Brasil, comandada pelo governo tucano, foi a maior roubalheira da história da república.
O grande mérito do livro de Amaury é a síntese que faz da rapinagem, e a base factual de suas afirmações, amparadas em documentos, todos públicos. Como bom jornalista, Amaury economiza nos adjetivos e esbanja conhecimento sobre o seu tema: o mundo dos crimes financeiros.
A reportagem de Amaury esclarece em detalhes como os protagonistas da privataria tucana enriqueceram saqueando o país. De um lado, no governo, vendendo o patrimônio público a preço de banana. Do outro, no mercado, comprando as empresas e garantindo vida mansa aos netos. Entre as duas pontas, os lavadores de dinheiro, suas conexões com a mídia e com o mundo político.
Os personagens principais da maracutaia, fartamente documentada, são gente do alto tucanato: Ricardo Sérgio de Oliveira (senhor dos caminhos das offshores caribenhas, usadas pela turma para esquentar o dinheiro), Gregório Marin Preciado (sócio de José Serra), Alexandre Bourgeois (genro de José Serra), a filha de Serra, Verônica (cuja offshore caribenha, em sociedade com Verônica Dantas, lavou pelo menos 5 milhões de dólares), o próprio José Serra e o indefectível Daniel Dantas. Mas o livro tem também informações comprometedoras sobre o comportamento de petistas (Ruy Falcão e Antonio Palocci), sobre Ricardo Teixeira e sobre vários jornalistas.
A quadrilha de privatas tucanos movimentou cerca de 2,5 bilhões de dólares, há propinas comprovadas de 20 milhões de dólares, dinheiro que não cabe em malas ou cuecas. O livro revela também o indiciamento de Verônica Serra por quebra de sigilo de 60 milhões de brasileiros e traz provas documentais de sua sociedade com Verônica Dantas, irmã de Daniel Dantas, do Banco Opportunity, numa offshore caribenha.
Alguns destaques do livro:
- As imagens do Citco Building, em Tortola, Ilhas Virgens britânicas, gavetas recheadas de empresas offshore, "a grande lavanderia", pág. 43.
- Sobre a pechincha da venda da Vale, na pág. 70.
- Sobre o grande sucesso "No limite da irresponsabilidade", na voz de Ricardo Sérgio., pág. 73.
- Sobre o MTB Bank e sua turma de correntistas, empresários, traficantes e políticos de várias tendências, e a pizza gigante de dois sabores (meio petista, meio tucana) da CPI do Banestado, pág. 75.
- Como a privatização tucana fez o governo (com o seu, meu dinheiro), pagar aos compradores do patrimônio público, pág.171.
- Como Daniel Dantas (de olho no fundo Previ, comandado pelo governo) usou sua imprensa para ameaçar José Serra, pág. 183.
- A divertida sopa-de-nomes das empresas offshore, massarocas intencionais para despistar a polícia do dinheiro do crime, pág. 188.
- Os grandes personagens do sub-mundo da política, arapongas que trabalham a quem pague mais, pág. 245.
- Um perfeito resumo do que realmente aconteceu na noite dos aloprados, no Hotel Ibis, em São Paulo, pág. 282.
- Um retrato completo do modus operandi da mídia pró-serra na eleição de 2010, a partir da pág. 295.
- Outro resumo perfeito, do caso Lunus, quando a arapongagem serrista detonou a candidatura de Roseana Sarney, pág. 314.
- Sobre para-jornalistas que acabam entregando suas fontes e sobre fontes que confiam em para-jornalistas, pág. 325.
O índice remissivo e a quantidade de dados que o livro de Amaury apresenta já o tornaria uma peça obrigatória na biblioteca de quem pretende entender o Brasil. Mas "A Privataria Tucana" também lança um constrangedor holofote sobre a grande imprensa brasileira, gritamente pró-serra, que é cúmplice, ao menos por omissão, da roubalheira que tornou o país mais pobre e alguns ricos ainda mais ricos.
Imagine você o que esta imprensa – que gasta dúzias de manchetes e longos programas de debate na televisão numa tapioca de 8 reais ou em calúnias proferidas por criminosos conhecidos - diria se um filho de Lula, Dilma ou qualquer petista fosse réu em processo criminal de quebra de sigilo bancário. Segundo o livro de Amaury (e os documentos que ele traz) a filha de José Serra é ré em processo criminal por quebra de sigilo bancário (p. 278).
O ensurdecedor silêncio dos grandes jornais e programas jornalísticos sobre o livro “A privataria tucana” é um daqueles momentos que nos faz sentir vergonha pelo outro. A imprensa, que não perde a chance - com razão - de exigir liberdade para informar, emudece quando a verdade contraria seus interesses empresariais e/ou o bom humor de seus grandes anunciantes. Onde estão as manchetes escandalosas, as charges de humor duvidoso, os editoriais inflamados sobre a moralidade pública? Afinal, cadê o moralista que estava aqui?
às
17:16
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