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domingo, 29 de janeiro de 2012

Delegacia de Policia em Pedro Avelino

João Gaguinho está de volta, em uma ligação bastante longa o Gaguinho confidêncioul que o Ex-Deputado José Adécio está bastante revoltado com a família Alves, principalmente na pessoa de Garibaldi Pai, o mesmo alega que o Senador Garibaldi Pai tirou a Delegacia de Policia Civil de Pedro Avelino e levou para Angicos. Como o Ex-Deputado se diz muito amigo do Primeiro Damo Carlos Augusto Rosado e da Governadora Rosalba  Ciarline sua aliada de partido talvez reverta o quadro.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

PREFEITO ELSON TRINDADE

O Prefeito Elson Trindade esteve semana próxima passada em Brasília onde esteve em vários Gabinete entre eles o Dep. João Maia, Dep. Fátima Bezerra, Dep. Henrique Alves, Ministério Previdência sendo recebido pelo Ministro Garibaldi Alves, Ministério da Integração, Ministério das Cidades, todos com excelentes expectativa de emendas Parlamentar,  se todas confirmadas será de grande valia pra nossa cidade. Aguardemos

HISTÓRIAS DA POLITICAS

A importância do Zé Alencar em 2005

Em 2005, no meio da crise do mensalão, Jorge Bornhausen, então presidente do PFL, teria tido uma reunião com a direção da Rede Globo logo depois do depoimento de Duda Mendonça na CPI. A conversa foi para avaliar a possibilidade do impeachment de Lula.
Bornhausen disse aos Marinhos que havia condições jurídicas de encaminhar a cassação.
Irineu Marinho teria, então, perguntado quem seria o presidente caso Lula caísse? Bornhausen sem entender direito qual era a intenção do herdeiro do Seu Roberto, respondera, José Alencar, o vice.


Com ele não tem papo, disse o manda-chuva das Organizações Globo.
Bornhausen ainda tentou uma cartada de mestre e disse que o vice poderia cair junto, já que a revelação de Duda Mendonça era de esquema de caixa 2 na campanha da chapa.
Mas o próximo da lista sucessória era Severino Cavalcanti. E Irineu Marinho avaliou que tirar Lula para torná-lo presidente da República poderia causar uma convulsão social no país.
Se tivesse papo com José Alencar, a história de 2005 poderia ter sido outra.
Quantos vice-presidentes não abririam espaço para o “papo” naquele momento.
A grandeza de José Alencar não se mede apenar por esta história. Mas essa talvez seja simbólica.
Conservadores ou revolucionários, pessoas com essa característica moral fazem falta no processo democrático.
Zé Alencar já faz falta.

Comentário do Blog
No auge do mensalão teve uma entrevista com Collor de Melo a revista Veja, então o reporte perguntou sobre a possibilidade de um impeachment do presidente Lula, o Collor respondeu prontamente nenhuma, o reporte pergunta porque, ele responde , o LULA tem um Vice-Presidente que é um homem, eu tive um canalha.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

A maior roubalheira da história do país

Por Jorge Furtado, em seu blog:

Terminei de ler o extraordinário trabalho jornalístico de Amaury Ribeiro Jr., “A Privataria Tucana”, (Geração Editorial), o livro mais importante do ano. Para quem acompanha a vida política do país através de alguns blogs e da revista Carta Capital, não há grandes novidades além dos documentos que comprovam o que já se sabia: a privatização no Brasil, comandada pelo governo tucano, foi a maior roubalheira da história da república.

O grande mérito do livro de Amaury é a síntese que faz da rapinagem, e a base factual de suas afirmações, amparadas em documentos, todos públicos. Como bom jornalista, Amaury economiza nos adjetivos e esbanja conhecimento sobre o seu tema: o mundo dos crimes financeiros.

A reportagem de Amaury esclarece em detalhes como os protagonistas da privataria tucana enriqueceram saqueando o país. De um lado, no governo, vendendo o patrimônio público a preço de banana. Do outro, no mercado, comprando as empresas e garantindo vida mansa aos netos. Entre as duas pontas, os lavadores de dinheiro, suas conexões com a mídia e com o mundo político.

Os personagens principais da maracutaia, fartamente documentada, são gente do alto tucanato: Ricardo Sérgio de Oliveira (senhor dos caminhos das offshores caribenhas, usadas pela turma para esquentar o dinheiro), Gregório Marin Preciado (sócio de José Serra), Alexandre Bourgeois (genro de José Serra), a filha de Serra, Verônica (cuja offshore caribenha, em sociedade com Verônica Dantas, lavou pelo menos 5 milhões de dólares), o próprio José Serra e o indefectível Daniel Dantas. Mas o livro tem também informações comprometedoras sobre o comportamento de petistas (Ruy Falcão e Antonio Palocci), sobre Ricardo Teixeira e sobre vários jornalistas.

A quadrilha de privatas tucanos movimentou cerca de 2,5 bilhões de dólares, há propinas comprovadas de 20 milhões de dólares, dinheiro que não cabe em malas ou cuecas. O livro revela também o indiciamento de Verônica Serra por quebra de sigilo de 60 milhões de brasileiros e traz provas documentais de sua sociedade com Verônica Dantas, irmã de Daniel Dantas, do Banco Opportunity, numa offshore caribenha.

Alguns destaques do livro:

- As imagens do Citco Building, em Tortola, Ilhas Virgens britânicas, gavetas recheadas de empresas offshore, "a grande lavanderia", pág. 43.

- Sobre a pechincha da venda da Vale, na pág. 70.

- Sobre o grande sucesso "No limite da irresponsabilidade", na voz de Ricardo Sérgio., pág. 73.

- Sobre o MTB Bank e sua turma de correntistas, empresários, traficantes e políticos de várias tendências, e a pizza gigante de dois sabores (meio petista, meio tucana) da CPI do Banestado, pág. 75.

- Como a privatização tucana fez o governo (com o seu, meu dinheiro), pagar aos compradores do patrimônio público, pág.171.

- Como Daniel Dantas (de olho no fundo Previ, comandado pelo governo) usou sua imprensa para ameaçar José Serra, pág. 183.

- A divertida sopa-de-nomes das empresas offshore, massarocas intencionais para despistar a polícia do dinheiro do crime, pág. 188.

- Os grandes personagens do sub-mundo da política, arapongas que trabalham a quem pague mais, pág. 245.

- Um perfeito resumo do que realmente aconteceu na noite dos aloprados, no Hotel Ibis, em São Paulo, pág. 282.

- Um retrato completo do modus operandi da mídia pró-serra na eleição de 2010, a partir da pág. 295.

- Outro resumo perfeito, do caso Lunus, quando a arapongagem serrista detonou a candidatura de Roseana Sarney, pág. 314.

- Sobre para-jornalistas que acabam entregando suas fontes e sobre fontes que confiam em para-jornalistas, pág. 325.

O índice remissivo e a quantidade de dados que o livro de Amaury apresenta já o tornaria uma peça obrigatória na biblioteca de quem pretende entender o Brasil. Mas "A Privataria Tucana" também lança um constrangedor holofote sobre a grande imprensa brasileira, gritamente pró-serra, que é cúmplice, ao menos por omissão, da roubalheira que tornou o país mais pobre e alguns ricos ainda mais ricos.

Imagine você o que esta imprensa – que gasta dúzias de manchetes e longos programas de debate na televisão numa tapioca de 8 reais ou em calúnias proferidas por criminosos conhecidos - diria se um filho de Lula, Dilma ou qualquer petista fosse réu em processo criminal de quebra de sigilo bancário. Segundo o livro de Amaury (e os documentos que ele traz) a filha de José Serra é ré em processo criminal por quebra de sigilo bancário (p. 278).

O ensurdecedor silêncio dos grandes jornais e programas jornalísticos sobre o livro “A privataria tucana” é um daqueles momentos que nos faz sentir vergonha pelo outro. A imprensa, que não perde a chance - com razão - de exigir liberdade para informar, emudece quando a verdade contraria seus interesses empresariais e/ou o bom humor de seus grandes anunciantes. Onde estão as manchetes escandalosas, as charges de humor duvidoso, os editoriais inflamados sobre a moralidade pública? Afinal, cadê o moralista que estava aqui?

"Privataria": O escândalo do século

Por Luciano Martins Costa, no Observatório da Imprensa:

O livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr, intitulado A privataria tucana, publicado pela Geração Editorial na coleção “História Agora”, está produzindo um estranho fenômeno na imprensa brasileira: provoca um dos mais intensos debates nas redes sociais, mobilizando um número espantoso de jornalistas, e não parece sensibilizar a chamada grande imprensa.

O autor promete, na capa, entregar os documentos sobre o que chama de “o maior assalto ao patrimônio público brasileiro”. Anuncia ainda relatar “a fantástica viagem das fortunas tucanas até o paraíso fiscal das Ilhas Virgens Britânicas”. E promete revelar a história “de como o PT sabotou o PT na campanha de Dilma Rousseff”.

Ex-repórter do Globo, originalmente dedicado ao tema dos direitos humanos, Ribeiro Jr. ganhou notoriedade no ano passado ao ser acusado de violar o sigilo da comunicação de personagens da política ao investigar as fonte de um suposto esquema de espionagem que teria como alvo o então governador mineiro Aécio Neves. Trabalhava, então, no jornal Estado de Minas, que apoiava claramente as pretensões de Neves de vir a disputar a candidatura do PSDB à Presidência da República em 2010.

Os bastidores dessa história apontam para o ex-governador paulista José Serra como suposto mandante da espionagem contra Aécio Neves, seu adversário até o último momento na disputa interna para decidir quem enfrentaria Dilma Rousseff nas urnas.

“Outro ninho”

Informações que transitaram pelas redes sociais no domingo (11/12) dão conta de que Serra tentou comprar todo o estoque de A privataria tucana colocado à venda na Livraria Cultura, em São Paulo, e que teria disparado telefonemas para as redações das principais empresas de comunicação do país.

Intervindo em um grupo de conversações formado basicamente por jornalistas, o editor Luiz Fernando Emediato, sócio da Geração Editorial, afirmou que foram vendidos 15 mil exemplares em apenas um dia, no lançamento ocorrido na sexta-feira (9). Outros 15 mil exemplares estavam a caminho, impressos em plantão especial para serem entregues às livrarias na segunda, dia 12, juntamente com o lançamento da versão digital.

Aos seus amigos do PSDB, Emediato recomendou cautela e a leitura cuidadosa da obra, afirmando que o trabalho de Amaury Ribeiro Jr. não é “dossiê de aloprado, não é vingança, não é denúncia vazia, não é sensacionalismo. É jornalismo”.

O editor indicou ainda aos leitores que procurassem informações no blog do deputado Brizola Neto (PDT-RJ), no qual, segundo ele, estariam as pistas de “outro ninho offshore na rua Bernardino de Campos, no bairro do Paraíso, em São Paulo. A investigação agora chega na família do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Vamos ver onde isso vai parar”, concluiu.

O Titanic da política

A julgar pelo volume e a densidade das denúncias, pode-se afirmar que, sendo verdadeira a história contada por Amaury Ribeiro Jr, trata-se do mais espetacular trabalho de investigação jornalística produzido no Brasil nas últimas décadas. Foram doze anos de apuração e depurações. A se confirmar a autenticidade dos documentos apresentados, pode-se apostar nessa como a obra de uma vida. A hipótese de completa insanidade do autor e do editor seria a única possibilidade de se tratar de uma falsificação.

Confirmado seu conteúdo, o livro representa o epitáfio na carreira política do ex-governador José Serra e um desafio para o futuro de seus aliados até agora incondicionais na chamada grande imprensa.

O editor garante que são 334 páginas de teor explosivo, escancarando o que teria sido a articulação de uma quadrilha altamente especializada em torno do processo das privatizações levadas a efeito durante os dois governos de Fernando Henrique Cardoso. Os documentos envolvem o banqueiro Daniel Dantas, a família de José Serra e alguns personagens de sua confiança.

Não apenas pelo que contém, mas também pelos movimentos iniciais que lhe deram origem, o livro representa uma fratura sem remédio na cúpula do PSDB e deve causar mudanças profundas no jogo político-partidário.

“Privataria”, a expressão tomada emprestada do termo que o colunista Elio Gaspari costuma aplicar para os chamados malfeitos nas operações de venda do patrimônio público, ganha agora um sentido muito mais claro – e chocante.

Os sites dos principais jornais do país praticamente ignoraram o assunto. Mas portais importantes como o Terra Magazine entrevistaram o autor. O tema é capa da revista Carta Capital, e não há como os jornais considerados de circulação nacional deixarem a história na gaveta. Mesmo que seus editores demonstrem eventuais falhas na apuração de Amaury Ribeiro Jr., o fenômeno da mobilização nas redes sociais exige um posicionamento das principais redações.

Se a carreira de Serra parece ter se chocado contra o iceberg do jornalismo investigativo, a imprensa precisa correr imediatamente para um bote salva-vidas. Ou vai afundar junto com ele.

Aécio e Serra se bicam e PSDB patina

Por Altamiro Borges

Saiu hoje na coluna de Mônica Bergamo, na Folha:

“O clima entre José Serra e Aécio Neves, do PSDB, que andava ruim há muito tempo, nos últimos dias ficou péssimo... A pesquisa Datafolha que mostrou no domingo Serra com rejeição de 35% entre os paulistanos jogou balde de gelo em publicitários historicamente ligados ao PSDB que tentavam convencer o partido de que ele seria o melhor candidato”.

Estragos disputa nacional

Realmente, a pesquisa Datafolha (ou DataSerra, devido aos vínculos da Folha com o grão-tucano) não foi nada boa para o PSDB – nacional e paulista. Para a direção nacional da sigla, que tenta escantear o ex-governador, ela criou obstáculos às manobras para forçá-lo a disputar a prefeitura paulistana, afastando-o da briga pela escolha do próximo presidenciável do partido.

Aécio Neves, concorrente de Serra, era o principal envolvido nesta operação. Na semana passada, na Bahia, ele só faltou implorar para que o paulista deixe de pentelhá-lo. Depois de bajulá-lo, num típico jogo de cena, o mineiro apelou: “Não podemos forçar ninguém a ser aquilo que não quer, mas, no fundo, há uma esperança de que ele seja o candidato à prefeitura de São Paulo”.

Guerra fratricida no PSDB

A pesquisa Datafolha, ao evidenciar a enorme rejeição do grão-tucano entre os eleitores paulistanos, pode levar o vacilante Serra a abandonar de vez a possibilidade de concorrer à prefeitura – que nunca foi o seu desejo. Com isso, ele retomaria seu projeto de disputar a presidência da República em 2014, o que acirraria ainda mais os ânimos, já bem esgarçados, no interior do PSDB.

Essa disputa pode ser fratricida, com penas voando para todos os lados – inclusive com novos rachas e deserções no partido. Na eleição de 2010, os dois quase já se mataram. Alguns detalhes dessa guerra – como o uso de arapongas ou artigo maldoso “Pó pára, Aécio”, no Estadão, insinuando que o mineiro não tem problemas só com bafômetros – estão no livro de Amaury Ribeiro.

Sinal de alerta em São Paulo

Além de embaralhar a disputa nacional no PSDB, a pesquisa Datafolha também representou um sinal de alerta aos tucanos de São Paulo. Eles hegemonizam o estado há quase 20 anos e, desde 2004, mandam na capital paulista. Serra virou prefeito naquele ano e, depois, abandonou o cargo, rasgando um compromisso assumido por escrito, para disputar o governo estadual.

Ele deixou no cargo um fiel aliado, o vice Gilberto Kassab. Reeleito em 2008, o ex-demo nunca escondeu sua dívida com Serra. Numa entrevista à tevê, este chegou a brincar que “durmo de paletó” para atender ao governador, um conhecido notívago. Por cálculo político, o demo Kassab abandonou o DEM e fundou o PSD. Mesmo assim, ele garante que nunca abandonará o grão-tucano.

Rejeição recorde de Serra

A pesquisa Datafolha mostra, porém, que nem Serra, nem Kassab e nem os outros quatro pré-candidatos do PSDB estão com essa bola toda. Apesar do chamado “recall” e da forte exposição midiática, ela revela que o ex-governador bateu recorde de rejeição – 35%. Segundo os especialistas no assunto, um índice tão alto de rejeição inviabiliza, já na largada, uma candidatura competitiva.

Para complicar ainda mais a vida dos tucanos e dos seus aliados, a pesquisa também confirma o desgaste do prefeito Kassab. Ele aparece com o pior índice de aprovação da sua gestão (apenas 20%) e 49% dos entrevistados afirmam que não votarão, de jeito nenhum, num candidato indicado por ele a sua sucessão.

Fortaleza tucana pode ruir

Fora do ninho tucano-kassabista, a pesquisa é altamente positiva. 48% dos paulistanos entrevistados afirmam que votarão num candidato à prefeitura indicado pelo ex-presidente Lula. 33% dizem que seguirão as indicações da presidenta Dilma. Dos cinco cenários da pesquisa, Celso Russomanno (PRB) e Netinho de Paula (PCdoB) surgem em primeiro lugar em quatro, tecnicamente empatados. Serra só lidera em um cenário, mas com elevado índice de rejeição.

A própria Folha tucana, constrangida, foi forçada a reconhecer as dificuldades da direita em São Paulo. “A pesquisa Datafolha traz uma série de más notícias combinadas para PSDB e PSD, que venceram as duas últimas eleições para a Prefeitura de São Paulo”. O cenário é de desalento e desespero. A eleição ainda está muito longe, mas se não houver graves erros de cálculo pode representar mais um duro golpe nas forças conservadoras – em São Paulo e no Brasil.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

ESCÂNDALO

João Gaguinho me liga pra informar que nos corredores da Governadoria ha uma preocupação  muito grande em relação a um órgão de Segundo Escalão do Governo, entre uma conversa e outra falam que foi desencadeada pela Policia  e Ministério Publico  a operação SALADA DE FRUTAS, que visa apurar irregularidade neste órgão. Aguardemos. O Gaguinho sabe de coisas da politica que ninguém imagina

O Gaguinho diz que certos políticos  é como seu papagaio come tudo que você botar.

Tem muitos deles que gostam de Feijão "Maravilha"